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COMO ESCOLHER A SUA MÁQUINA DE CAFÉ EM CÁPSULAS?

Já não restam mais dúvidas: As máquinas de café em cápsulas vieram para ficar. Prova disso são os dados apresentados na Semana Internacional do Café, que aconteceu em setembro em Belo Horizonte (MG). Nos próximos 10 anos, os equipamentos monodose deverão representar de 20% a 30% do mercado consumidor do grão. Pensando em quem ainda não possui uma dessas em casa, nós do Mexido de Ideias resolvemos listar tudo o que você precisa levar em conta antes de comprar a sua.
Escolhemos os três principais modelos com café espresso à venda no Brasil para esta missão. Para chegar aos nomes, levamos em consideração a popularidade, a qualidade e o custo/benefício. São elas: TRES Modo, Nespresso U e Dolce Gusto Melody.
Agora sim, vamos aos itens que você deve prestar atenção antes da compra:
Tipos de bebida. Antes de escolher seu equipamento, é importante saber a variedade que cada marca oferece, e se elas atendem as suas necessidades diárias. Por exemplo: Se o seu objetivo é contar com uma máquina que prepare diferentes tipos de café, a sugestão ideal seria apostar naNespresso – que conta com nove famílias, com diferentes intensidades e características cada, do ristretto ao longo.
Porém, se você gostaria de variar nas opções, o melhor é optar pelas multibebidas. A TRES, da 3 Corações, prepara cafés espressos e filtrados (como o café coado), além de cappuccino, café com leite e chocolate quente. Os chás também são uma questão a parte, já que esta é a única no mercado que oferece as versões favoritas dos brasileiros (preto, capim-cidreira, erva-doce e camomila, todos naturais).
Já a Dolce Gusto, da Nescafé, prepara espressos, longos, cappuccinos, chocolates e chás (duas versões geladas, além do chai latte e do marrakesh tea, todos solúveis).
Variedade de cores. Para comprar uma máquina de cápsulas que combine com seu estilo (e também com a decoração da sua casa), não se esqueça de conferir as opções de cores de cada marca. Nesse quesito, a TRES Modo leva vantagem. Ela está disponível em vermelho, azul, branco, laranja, preto, roxo e verde. Se escolher a Nespresso U, você pode optar entre creme, vermelho e preto.  Já a Dolce Gusto Melody possui as cores preto e vermelho.
Acessórios. Depois da compra, chega a hora de escolher mais elementos que facilitem o uso e deixem o ambiente mais completo e bonito. Na hora da comparação, quem sai perdendo é a Dolce Gusto, que não conta com uma linha de acessórios. Já a Nespresso possui uma vasta lista de possibilidades, que vão de diferentes porta-cápsulas a xícaras, bandejas, itens para baristas (como os espumadores de leite) e maletas para transportar a máquina com segurança. Enquanto isso, aTRES conta com porta-cápsulas, bandejas, colheres e a já famosa xícara em formato de coração.
Preço das cápsulas. De que adianta ter a máquina em casa se não for para experimentar diferentes sabores ao longo do mês? No site da Nespresso você pode comprar pacotes com 10 doses por um preço que varia de R$ 1,60 a R$ 2,50 a cápsula. As caixas da Dolce Gusto contam com mais doses – 16 em cada uma, que custam entre R$ 1,35 a R$ 1,55 a cápsula. Já a TRES vende pacotes com 10 unidades com valores que vão de R$ 1,10 a R$ 1,50 a cápsula.
Preço da máquina. Item importantíssimo na lista de cuidados antes de escolher o seu equipamento! Afinal, nada melhor do que unir os atributos que discutimos acima com um bom preço. A TRES Modo custa R$ 449. Já a Nespresso U está disponível por R$ 495. E a Dolce Gusto Melody pode ser sua por R$ 479,90.

PMDB pressionou diretoria internacional em negociação, diz delator

PMDB pressionou diretoria internacional em negociação, diz delator

Empresa americana pagou propina a políticos do partido e ao ex-diretor Zelada, afirma Eduardo Musa



Petrobras aumenta o preço da gasolina em 6% e o do diesel em 4%
Ex-gerente detalha esquema envolvendo empresa americana(Ueslei Marcelino/Reuters)
O ex-gerente da área internacional da Petrobras Eduardo Musa, um dos delatores do esquema do petrolão, reforçou nesta sexta-feira ao juiz federal Sergio Moro que recebeu 550.000 dólares em propina para beneficiar a empresa americana Vantage Drilling no contrato de afretamento do navio-sonda Titanium Explorer. E que o ex-diretor da estatal Jorge Zelada teve influência direta na negociação. A empresa também teria pago vantagens indevidas não apenas a Zelada, mas a políticos do 'PMDB mineiro', segundo o delator.
Segundo a acusação do Ministério Público, pelo menos 31 milhões de dólares do esquema foram parar nas mãos de Zelada, de Musa e do PMDB, responsável pelo apadrinhamento político do ex-dirigente. No esquema, os lobistas Hamylton Padilha, Raul Schmidt Junior e João Augusto Rezende Henriques atuavam como intermediários da negociação, sendo que cabia a Padilha pagar a parte destinada a Eduardo Musa, a Raul Schmidt depositar a propina reservada a Zelada e a João Augusto Henriques pagar o dinheiro sujo ao PMDB.
De acordo com o delator, o partido pressionou o grupo para que o negócio com a Vantage fosse fechado. Zelada, então, alterou os critérios da concorrência para que a empresa fosse beneficiada.
"Fui procurado por Padilha, que me abordou dizendo que a contratação da Vantage era de interesse de um grupo que apoiava Zelada, e que o diretor tinha interesse em concretizar o negócio. Me ofereceram 1 milhão de dólares, que seriam pagos quando a operação tivesse início", afirmou Musa. Segundo ele, contudo, o valor foi reduzido à metade posteriormente, para que ele pudesse receber o dinheiro antes. Musa afirmou que recebeu o dinheiro numa conta na Suíça.

Mega-Sena pode pagar R$ 30 milhões hoje

Mega-Sena pode pagar R$ 30 milhões hoje

Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas na última quarta-feira (28). Confira as dezenas!

Cada jogo de seis números custa R$ 3,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturarDivulgação
A Mega-Sena vai sortear um prêmio de R$ 30 milhões neste sábado (31), de acordo com estimativas da CEF (Caixa Econômica Federal). As dezenas do concurso 1.756 serão sorteadas às 20h25 (horário de Brasília).
Na última quarta-feira (28), ninguém acertou as seis dezenas e o prêmio ficou acumulado. Os números sorteados foram: 02 — 05 — 08 — 18 — 30 — 48. Entre os apostadores, 123 acertaram a quina e receberam R$ 23.130,69 cada. Outras 8.784 apostas fizeram quatro pontos e faturaram R$ 462,70.
Cada jogo de seis números custa R$ 3,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do País.
A Mega-Sena paga milhões para o acertador dos 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas.
Para jogar, você deve marcar de 6 a 15 números do volante, podendo deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por 2, 4 ou 8 concursos consecutivos (Teimosinha).
Outra opção é o Bolão Caixa, que permite ao apostador fazer apostas em grupo. Basta preencher o campo próprio no volante ou solicitar ao atendente da lotérica. Você também pode comprar cotas de bolões organizados pelas lotéricas.
Neste caso, poderá ser cobrada uma Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor da cota. Na Mega-Sena, os bolões tem preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 4. É possível realizar um bolão de no mínimo 2 e no máximo 100 cotas.

Relator do Orçamento mantém decisão de cortar R$ 10 bilhões do Bolsa Família

Relator do Orçamento mantém decisão de cortar R$ 10 bilhões do Bolsa Família

Programa deve receber cerca de R$ 28,8 bilhões em 2016, uma redução de mais de 34%

Da Agência Brasil
Ricardo Barros disse que Bolsa Família é assunto a ser discutido só no relatório e avisou que 'não entra agora na pauta'Lucio Bernardo Junior/13.10.2015/Câmara dos Deputados
O relator do Orçamento da União de 2016, deputado Ricardo Barros (PP-PR), mantém a decisão de cortar R$ 10 bilhões do Bolsa Família. O Orçamento do ano que vem prevê cerca de R$ 28,8 bilhões para o programa, e um corte significaria a redução de mais de 34%.
Barros esteve nesta quarta-feira (28) com o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, e saiu do encontro dizendo que não discutiu números, e sim os procedimentos para a votação do Orçamento no Congresso Nacional que, segundo ele, deve ocorrer ainda neste ano.
No entanto, disse Barros, esse é um assunto (Bolsa Família) que será discutido só no relatório do Orçamento.
— Não é um assunto que entra agora em pauta. Agora, estamos discutindo crescimento econômico, câmbio e inflação. Questões pragmáticas dos índices macroeconômicos. É isso que vai definir qual vai ser o Orçamento do ano que vem, qual será a arrecadação e quanto será a despesa. Ele [Barbosa] precisa ajustar isso com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
De acordo com Ricardo Barros, na reunião com Barbosa, foram tratados apenas assuntos referentes a votação e prazos.
— Não estamos negociando os números porque a Fazenda e o Planejamento ainda não têm os parâmetros macroeconômicos de 2016, mas com certeza vamos votar neste ano.
O relator disse também que precisa conversar com o ministro da Fazenda, que cuida da parte das receitas da União. Segundo Barros, as discussões com o ministro do Planejamento são apenas sobre as despesas.
— Vamos nos entender, não vemos dificuldade para conciliar todos os pontos de vista e ir para uma votação tranquila do Orçamento dentro de parâmetros em que o mercado acredite e que as pessoas considerem factíveis.
Sobre atrasos da União no repasse de recursos a bancos públicos para o pagamento de benefícios sociais, Barros disse esperar que o governo pague as dívidas ainda em 2015 e não deixe a conta para o ano que vem.
— Se as pedaladas forem pagas este ano, então o governo deixará de dever para o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], para a Caixa Econômica e para o Banco do Brasil e ficará devendo em letras [títulos] do Tesouro Nacional. É só uma questão de mudança da emissão da dívida. E aí alivia o Orçamento do ano que vem. Se empurrar as pedaladas para o ano que vem, vamos ter que encontrar receita do ano que vem para cobrir isso.
O governo espera o entendimento do TCU (Tribunal de Contas da União) sobre a questão do repasse a bancos públicos  para saber como irá quitar as dívidas referentes a 2015.
Ricardo Barros reafirmou que não conta com a receita extra de R$ 32 bilhões da volta da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), defendida pelo governo, para financiamento da Previdência Social para fechar o relatório do Orçamento do ano que vem.
O ministro Joaquim Levy tem ressaltado que o Brasil precisa de crescimento, já. Para isso, o ministro da Fazenda diz que é preciso chegar a um Orçamento robusto para 2016, que dê a tranquilidade necessária para os negócios no país voltarem a crescer.
Em setembro, os ministros Nelson Barbosa e Joaquim Levy apresentaram medidas adicionais para reduzir gastos, recompor receitas e melhorar o resultado primário do governo federal em 2016. O objetivo é buscar um superávit primário de R$ 34,4 bilhões para a União. O valor consta no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, que prevê meta de resultado primário equivalente a 0,7% do PIB (Produto Interno Bruto) para o setor público consolidado (R$ 43,8 bilhões).

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